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Tudo bem, eu entederei se você não gostar do blog e apertar alt+F4 e nunca mais voltar, mas você não será perdoado se fizer isso sem antes ler pelo menos um post ou olhar a página até lá embaixo. Idaí que eu não vou saber se você fez isso ou não? Eu vou ficar bolado assim mesmo... Enfim, leia e depois feche a página ou salve nos seus favoritos (Y).
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domingo, 31 de julho de 2011

Tenho andado sobre um piso de vidro,

tenho suspirado pela alma, tenho trocado o sol pela lua, tenho viajado com o tempo, tenho me perdido em decisões, tenho me achado no vazio. Tenho olhado o nada através de lunetas, tenho enxergado o mundo pelo furo da fechadura, tenho sonhado com os sentimentos. Tenho a mente dilatada, tenho um encanto pela existência, tenho uma estima pela decisão, tenho uma desordem alucinada, tenho medo da reação. Quero a fadiga submissa ao sossego, quero o conflito exposto ao real. Quero me despir de cada dilema, me cobrir com cada alívio, quero exilar a confusão, quero sentir a brisa da euforia, quero libertar a angustia, quero apreciar o êxtase da conclusão. Quero a certeza de um desfecho lisonjeiro.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Independência ou Morte



Não, não é desse fato histórico ao qual me refiro, é de um outro... Talvez até exista alguma relação entre o Grito do Ipiranga e aquela fase da vida que todos passam, mas o fato é que TODO MUNDO passa pela fase da Independência ou Morte, claro que pra cada um ela possui uma intensidade diferente, e cada um sofre diferentes consequências, talvez Independência ou Morte nem seja o nome certo (por que acho que ninguém morre, tirando que 'morte' não é bem assim uma 'segunda opção').
Voltando ao assunto principal... quem nunca se sentiu 'pressionado por si mesmo' a tomar alguma decisão? Ainda mais nessa minha 'fase'... ensino médio, vestibular, "você precisa crescer", "já sabe o que vai fazer da vida?". Até ontem eu não me preocupava com contas, não sentia tanto na pele a importância de conservar e saber usar bem o meu dinheiro, não era questionada a cada minuto sobre qual profissão desejava seguir, não pensava em sair de casa, não avaliava tanto o quanto os meus atos poderiam desencadear diversas ações, não sentia tanta necessidade de me tornar independente...
Não digo independente do tipo sair de casa assim que completar 18 e esquecer totalmente dos pais, mas independência em relação à você mesmo. É por isso que essa fase é tão difícil, é quando devemos assumir as responsabilidades que temos conosco, sozinhos, e muito além disso, nós e somente nós temos que tomar ações e decidir caminhos que mudarão nossa vida até o fim. Uma avalanche de sentimentos e diversas vontandes involuntárias surgem, mas todas levam ao mesmo lugar, à confusão. É a hora de cair na real, nos prepararmos pra tomar essas decisões e mudar as nossa rotinas, talvez até nossos ideais e nossos pensamentos. Minha mãe chama isso de autoconfiança, mas a autoconfiança é um reflexo de uma auto-imagem positiva, e não é bem disso que estou falando. Esses tempos de Independência ou Morte é, assim como o Grito do Ipiranga, uma fase que vai mudar todo o resto do percurso de nossas vidas...

Sem 'beijosmil' dessa vez (:

terça-feira, 4 de agosto de 2009

lembranças e momentos

eles são únicos, são temporários e possuem uma força capaz de causar dores enormes nas pessoas.
Um está sempre acompanhado do outro, quando aquele momento acaba, só resta a lembrança.
Existem momentos e lembranças, que as pessoas tentam esqueçer, assim como existem aqueles que a gente deseja que se repita.
A questão é que, eles movem montanhas, sim. Como seria nossa vida se a cada dia que despertássemos, não existe lembranças? Se nós não tivéssemos vivido nenhum momento digno de ser lembrado? Não, a vida não teria emoção e nenhum desses sentimentos que as lembranças e os momentos nos trazem poderiam ser sentidos novamente. Seria o fim mermão. Tu não ia fazer nada, não ia lembrar de nada, seria uma ameba. Uma ameba obesa por sinal, pq falta de exercício é um dos fatores causador da obesidade u.u
Resumindo, viva cada momento como se fosse o último, e nunca tenha medo das lembranças, por mais que elas sejam tristes, cada sentimento deve ser sentido do seu jeito, no seu momento, na sua lembrança.